Review – The Evil Within

The Evil Within é um jogo do estilo terror/sobrevivência produzido pela Tango Gameworks e publicado pela Bethesda Software, ele possui suporte para Windows, PS4 e Xbox One, lançado em outubro de 2014. Esse é os dados técnicos simplificado desse jogo.

Como sempre, esse artigo pode conter informações sobre a história(lore), jogabilidade, segredos e entre outros. Por consequência alterar a experiência e visão que o jogador pode ter com o jogo. Caso não queria correr o risco, favor não continuar a leitura desse texto.

Comentários gerais

The Evil Within como comentado é um jogo de terror, ele tem como ideia ser uma espécie de sucessor espiritual do estilo de jogo proposto por Silent Hill no passado, ou seja, poucas/nenhuma arma, mapas relativamente grandes, e você não ter menor ideia do que está atrás de você ou porquê isso ocorreu.
Eu não sou um dos maiores fãs de jogos de terror, considerando que sou meio fraco para esse tipo de jogo. Não tive saco ou estomago para terminar slender man. Por essas razões posso não ser uma das melhores pessoas para analisar esse tipo de jogo.

Gráficos/OST(SoundTrack)

Os gráficos no começo do jogo são relativamente impressionantes, principalmente nos eventos de água e como as coisas queimam. Em contra partida, os gráficos dos monstros e do sangue espalhado pelo cenário são horríveis. A movimentação e interação com os itens está na média do esperado, não há muitos tipos de itens, então não há muito o que se confundir.

A soundtrack é mediana, não senti como ela alterou o desenvolvimento do jogo ou coisas do tipo, ela é boa para ser escutada, mas não altera a experiência em boa parte do jogo. Talvez em momentos de tesão, quando a música se torna mais pesada, mas no geral não.

Jogabilidade

O foco principal do jogo, ou sua inovação, talvez seja a possibilidade de evoluir algumas habilidades do personagem, como o dano das armas, velocidade de recarga, quantidade de balas que pode ser carregado e entre outros. Problema disso, até onde eu me recordo no modo de jogo do Silent Hill isso não é possível. Não me incomodou, mas é necessário comentar.
Resto do jogo parece uma jogabilidade bem comum aos jogos que temos hoje em dia. Se eu tivesse que comparar com algum jogo seria com o “The Last of Us”.

Considerações finais

Mesmo não sendo um jogo que tenha me empolgado, ele parece ser um jogo OK, para quem gosta desse tipo de jogo pode ser uma boa ideia comprar ele, mas não espere uma grande experiência que vai lhe impressionar. O meio de jogo provavelmente vai começar a ficar enrolado e você não vai curtir.

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