Review – Bayonetta 2

Bayonetta 2 é um hack&slash produzido pela Platinium Games e publicado pela Nintendo, e antes que as pessoas comentem. A Platinium Games não é da Nintendo, apenas a série Bayonetta. Ou seja, as outras séries que eles produzem ou são donas, tipo DarkSiders, Scalebound e entre outros podem ou não lançar para o Wii U.

Esse artigo como sempre pode, ou não, conter informações sobre o jogo que podem alterar a experiência do jogo. Caso você não queria saber ou ter sua experiência afetada, favor não continuar a leitura desse artigo.

Explicações Iniciais

Bayonetta 2 foi um dos jogos que tiveram bastante problemas e rebuliços durante o desenvolvimento dele, o maior deles é o fato de que a SEGA, que foi a publisher do primeiro jogo da série, não aceitou ser a publisher do segundo jogo da história. Isso causou um sério problema para o Studio, e no final, de acordo com o anuncio da Platinuim Games a Nintendo foi a única a aceitar o investimento necessário para o jogo sair do papel. E isso, fez com que o jogo saísse somente para Wii U.

Comentários Gerais

O Bayonetta 2 é um jogo do tipo Hack&Slash/Action, não era um jogo que normalmente você esperaria no Wii U, pois ele sempre foi considerado como um console mais infantil e menos focado para jogadores mais velhos. Bayonetta 2 é um dos jogos que quebra essa visão, por ser um jogo altamente sexualizado e cheio de distorções sobre a visão clássica de anjos e demônios. Ao meu ver, isso é uma ótima modificação para o console. O jogo continua na mesma linha de personagens e gameplay do jogo anterior, não há muitas alterações gráficas e de jogabilidade, ao meu ver o foco principal e de novidade são algumas mecânicas implantadas.

Lore/História

 A história ocorre algum tempo depois do final do primeiro jogo, e agora se foda em uma antiga religião/deus chamado “Aesir”, deus do chaos na trindade do mundo do jogo. Bayonetta entra nessa confusão toda quando sua amiga em um “acidente” acaba sendo morda, e ela precisa descer até o inferno para buscar a alma dela.
No meio do caminho, ela encontra algumas pessoas conhecidas como Balder (seu pai) e último “Lumen Sage”; Loki, um jovem sem memória que parece ter poderes sobre a criação; e vários outros que não vem ao caso.
A parte importante do lore é que ela explica como algumas coisas funcionam que não foram reveladas no jogo anterior, assim como o passado e a relação entre alguns personagens. Ainda não explica como o Enzo manja de tudo e sabe de tudo, mas explica bastante coisa.

Comentários Finais

Bayonetta 2 é um jog até curto, não deve ter muito mais de 15 horas de gameplay, mesmo sendo um hack&slash frenético, existem muitas fases para te deixar meio tonto ou confuso do que teria que fazer, assim como há muito em pegar coisas perdidas no mapa. É um jogo legal, mas não sei se tem o mesmo carisma que o DmC teve em me fazer rejogar várias vezes algumas fases só para fazer algo diferente. Vale tentar por ser um H&S, mas não espere muito.

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