Review – Bastion

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Bastion é um jogo Indie do tipo action-game produzido pela Supergiant Games, e publicado pela Warner Bros. Interactive Entretainment. Lançado em 2011, ele é um dos maiores sucessos entre os jogos criados por Studios independentes com mais de duas milhões de cópias vendidas até hoje. E ganhador de vários prêmios ao longo dos anos, disponível para Windows, Mac OS, Linux, Xbox 360, iOS, Chrome e OnLive.
Como sempre, esse review pode conter detalhes da história, mecânica e outros que podem interferir experiência do jogo, por favor não seguir caso queira uma experiência mais pura.

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Bastion conta a história de um jovem sem nome, chamado apenas de “The Kid”, que está em um mundo decadente que está sendo consumido por uma força chamada “Calamity”. Essa força está transformando o mundo em pequenos pedaços de terra flutuantes e matando seus habitantes.
Logo no começo do jogo, o jovem encontra um ancião chamado Rucks que pede para ele coletar os “Cores” pedras de energia que tem a capacidade de expandir uma estrutura chamada “Bastion” que pode permitir eles escaparem daquele lugar decadente ou voltar no tempo e tentar evitar a “Calamity” de ocorrer. Ao passar da história, o personagem principal descobre mais sobre o que ocorreu e sobre um grupo chamado “Ura” que eram os inimigos de sua cidade natal (Caelondia).

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Antes de falar sobre os detalhes do jogo tenho que parar para fazer uma observação sobre a “Original Sound Track” ou OST desse jogo. Eu comprei na Steam com ela porque eu gosto de ter OST dos jogos, mesmo que seja só para ter. Devo dizer que foi uma surpresa, claro que tive experiências muito boas com jogo como “Journey”, mas não esperava que outro jogo fizesse uma Sound Track tão boa e me deixasse comprar ela por um preço acessível.

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As músicas são muito bem feitas e bonitas, algumas são musicas instrumentais e bem calmas, refletindo bem a temática do jogo. O jogo possui 22 “músicas” que estão disponíveis no OST, devo dizer que é o suficiente para você perder umas boas horas sem enjoar das músicas, não aconselho você ouvir elas com depressão, pois assim como as side-story do jogo, as músicas são belas, mas um tanto quanto tristes. Ainda estou pensando o motivo dela não ter concorrido o Emmy como o “Journey”.

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Gameplay segue o estilo de action-game, você tem a sua disposição dois tipos de ataques e que mudam de acordo com as armas equipada no personagem, é possível bloquear e usar um ataque especial. Os leveis servem para liberar espaços para colocar elixir’s que te dão beneficios, em contra partida, você pode definir alguns totens de deuses que deixa o jogo mais dificil, e isso vai lhe garantir alguns pontos de XP e da moeda do jogo.
Considerando o tempo que joguei antes de escrever esse review, não encontrei um nível de dificuldade nas missões principais. Entretanto, as missões de treinos e os desafios onde você ouve a narração da história dos personagens são realmente dificeis de se completar caso você não esteja com os equipamentos corretos ou com muitos totens ativos.

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Os “gráficos” são compostos de mapas estruturados em blocos de terreno que são uma mistura de 2D com 3D, semelhante a já comentada no “Child of Light”, mas diferente do CoL que o jogo parece feito com lapis de cor, Bastion parece ter sido feito com tinta de aquarela, isso dá um tom mais vivo para o jogo com cores mais vibrantes e que marcam na sua mente. Outra diferença é a questão da camera, CoL tem uma movimentação totalmente horizontal, ou seja, o jogador perde a noção quase completa da relação de altura ou de estar subindo de forma visual. Bastion por usar a camera diagonal ao cenário, permite que o jogador tenha a sensação de estar subindo e descendo pelo cenário, assim como as interações os cenários são mais fáceis de se compreender visualmente.

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Bastion é um jogo que você tem que jogar, a história não é muito profunda, a jogabilidade é simples, não tem muita customização de personagem e varios outros detalhes que vários outros jogos oferecem. Entretanto, ele ainda é um jogo muito bom devido a sensação de que o objetivo do jogo é muito bem definido, vá pelos mapas pegue os cores para restaurar o Bastion, não tem muitos plot-twist nem enrolação, caso você seja habilidoso suficiente é provável que você troque de equipamento muito pouco durante o jogo.

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Caso você tenha gostado do jogo pelo review, aqui tem algumas dicas:

– Atualizar as armas é importante, e você só obtem os itens necessários para isso de três formas, e a quantidade é exata. Explorando os mapa, fazendo as missões de treino e comprando em uma das construções. Pelo o que eu lembro são entorno de 12 armas, escolha 3 ou 4 e atualize elas, mais do que isso vai ficar muito caro, e você não vai conseguir dar o maior upgrade.

– Alguns inimigos são perda de tempo e de vida, analise bem quando lutar e quando não lutar, pois isso pode te poupar muita dor de cabeça.

– Os desafios (cama, pote e negocio de fumaça) são opcionais, mas garantem uma boa quantidade de “dinheiro”, fora um desafio extra para aqueles que gostam de um nível de dificuldade maior.

– A ordem das atualizações de construção influência consideravelmente no jogo, isso vai ficar disponível na segunda parte do jogo, eu pessoalmente aconselho você atualizar o templo, a forja onde atualiza os itens e a construção que você compra coisas. Com isso você vai poder ter mais totens para ativar e ganhar mais recursos e atualizar rápido suas armas.

– Converse, ouça e leia tudo. Isso é muito importante para entender a história do jogo.

– Use controle para jogar esse jogo, qualquer outra opção, você não vai ter reaction-time para algumas coisas, eu tentei fazer isso, não foi uma boa experiência, mesmo no controle teve alguns testes que não conseguir fazer porque não era rapido suficiente.

– Compre a OST, ou escute no canal do youtube deles, é muito boa e você não vai se arrepender.

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