Review – Assassin’s Creed: Rogue

Assassin’s Creed: Rogue é mais um jogo da série de Assassin’s Creed que saiu para consoles no final de 2014, junto com o Assassin’s Creed: Unity. Produzido e publicado pela Ubisoft e seus estúdios, não tenho menor ideia qual é o número desse jogo na série, mas ele ocorre antes dos acontecimentos do Unity, no mundo moderno, e antes do AC 3 e do Unity dentro na história principal. Você dessa vez está no controle de um funcionário da Helix, uma subdivisão da Abstergo Corp.

Como sempre, esse tópico pode conter dicas e partes do lore que afetam a experiência do jogador. Caso não queira ou goste desse efeito, não continue a ler esse tópico, ou use o procurar para encontrar algo especifico.

Assassin’s Creed: Rogue, assim como o Unity começa a mostrar o mundo de AC de uma forma diferente, a visão começa a passar dos assassinos para os templários. Uma visão diferente do que estávamos acostumados nos últimos jogos. Ele até certo ponto começa a desafiar seu entendimento sobre a relação de “ordem” e “liberdade”.
Altair no primeiro jogo criou uma nova crença entre os assassinos “Nothing is true, and everything is permited” esse mantra guiou os assassinos por muitas gerações até o final da Renascença, após isso o jogador mais atento começa a notar que esse mantra começa a sumir, e os Assassinos começam novamente a se guiar pela sede de controle e ordem.

Agora pela visão dos templários, você nota que até mesmo eles não estão imunes as alterações das épocas e de seus integrantes. Ficou claro, que os lideres  da revolução francesa e da revolução americana tinham cansado da ideia de poder, e começaram a tentar criar paz de sua forma.
Uma coisa que me impressionou sobre a história desse jogo, é que os Templários são bem aceitativos sobre o passado dos seus integrantes, e o fato deles terem sido Assassinos ou familiares de Assassinos, por vezes comecei a pensar se os assassinos modernos estavam mesmo certos ou não, serão eles ainda necessários nessa geração?

A jogabilidade do Rogue está igual ao do AC antecessor a ele, quase uma reutilização de jogo com sprites e cenários novos. Você se encontra com personagens os quais se o jogador jogou os outros jogos da série, vai reconhecer os mesmos, o mais marcante talvez seja o líder dos assassinos, e mestre de Connor.
Como no AC 3 e 4, a parte mais legal do jogo basicamente a parte marítima passar horas e horas navegando pelo mar e ouvindo os marinheiros cantarem, não lembro se nos jogos anteriores tinham essa mecânica, mas nesse você pode pegar mais músicas ao longo do jogo aumentando seu repertório de músicas do mar.

Os gráficos do jogo estão bom, com menos gliches que o Unity, os cenários e mapas são bem variados. E a história parece muito melhor do que a do Unity. Não que a do Unity fosse ruim, mas o Rogue claramente teve sua história melhor preparada.

Alguma dicas que eu posso lhe dar:

– Diferente do Unity, há sincronismo, mas não prêmios, então sincronizar ou não é opcional;
– Pegue todos os View Points, abre mapa;
– Capture bases, libera fast travel, acredite você vai precisar se quer terminar o jogo sem horas e horas de navio;
– Atualize seu barco, há missões navais e com o barco desatualizado, você não vai passar delas;
– Morteiros são as melhores armas do navio, abuse delas;
– Trazer o barco para sua frota = dinheiro, e dinheiro sempre é um problema no AC;
– Atualizações são caras, e demandam muitos materiais, caso queria atualizar tudo, vão ser vários barcos… (umas centenas);
– Bomba de fumaça continua sendo a melhor arma do jogo;
– E lança granada para longas distancias;
– Usar munição/dardo de berserk, quando a unidade em berserk é detectada, você é considerado também como detectado;
– Aproveite o mar; S2

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